Setor privado é essencial para a economia, diz Dilma

A presidenta Dilma Rousseff afirmou que governo brasileiro continuará co desenvolvimento do país, com a busca melhoria da infraestrutura, para reduzir o chamado custo Brasil, reconheceu que o setor privado é essencial no processo de tornar a economia mais competitiva. Vamos reforçar a capacidade do Estado de planejar, organizar a logística, e compartilharemos com o setor privado a execução dos investimentos e a prestação dos serviços, disse Presidenta, após anúncio, nesta quarta-feira, programa de concessões de rodovias e ferrovias, que envolve investimentos 133 bilhões de reais. Meu governo reconhece parcerias com o setor privado como essenciais à continuidade e aceleração do crescimento, acrescentou. A criação de uma empresa de planejamento e logística, anunciada junto com o pacote, é “um passo fundamental” nessa etapa de investimentos na infraestrutura do país. A Presidenta procurou fazer distinção entre novo plano de concessões e privatizações realizadas em governos passados, ressaltando que “nós aqui não estamos desfazendo um patrimônio público para acumular caixa ou reduzir dívida”. Em um momento de crescimento fraco da economia, Presidenta finalizou dizendo que o país precisa taxas de crescimento compatíveis com suas necessidades de distribuição de renda. (Reuters – 15/08/2012)

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Consultor Internacional

One Response to Setor privado é essencial para a economia, diz Dilma

  1. (…..) On August 15th the government announced a programme to cut the custo Brasil by turning to the private sector to improve infrastructure. That is a big policy shift: it has previously been hostile to anything akin to privatisation. Over time it should help cut costs and make businesses more productive. But the government has put off confirming the other half of its plans: long-signalled cuts to payroll taxes and electricity costs. With federal workers striking over pay, it is now afraid it cannot afford them. The cost of electricity is an example in microcosm of the custo Brasil. Although 70% of Brazil’s installed capacity is cheap hydropower—by far the largest share of any big economy—Brazilian consumers pay some of the world’s highest bills. A study by Firjan, Rio de Janeiro’s Federation of Industries, last year found that the cost per kilowatt-hour was 50% higher than the world average, and more than double that in other big emerging economies. (The real has fallen since then, but by nowhere near enough to close that differential.) That pushes energy-intensive industries to site themselves elsewhere. Aluminium smelters are looking instead at neighbouring Paraguay—which gets its electricity from the Itaipu dam that also supplies a fifth of Brazil’s electricity, but where the end price is far lower (…..)

    http://www.economist.com/blogs/americasview/2012/08/electricity-taxes-brazil

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