BC da China promete blindar economia do país contra crise global

Banco central chinês prometeu nesta quinta-feira garantir a expansão estável oferta de dinheiro e crédito, para blindar a segunda maior economia do mundo contra os efeitos da crise global. Os principais líderes da China afirmaram na terça-feira que irão acelerar no segundo semestre ajustes políticos destinados a estimular uma economia que teve no segundo trimestre seu menor índice crescimento em mais de 3 anos. China irá usar múltiplas ferramentas de política monetária para guiar um crescimento estável e apropriado na oferta de crédito e dinheiro, manter uma escala razoável de financiamento social agregado, disse o Banco Popular da China em seu relatório de implementação da política monetária relativo ao segundo trimestre. A China deixará a política monetária mais voltada para o futuro, com metas e flexível, ao passo que continuará ajustando preventivamente e afinando a política quando for apropriado, disse relatório divulgado no site do BC. O banco central prometeu usar múltiplas ferramentas monetárias como compulsórios e operações no mercado para gerir a liquidez. Mas a instituição alertou que um afrouxamento rápido demais poderá estimular a inflação, que em junho ficou em 2,2%, menor índice em 29 meses. Impacto da política expansionista pode minguar no estímulo ao crescimento, ao passo que impacto sobre a inflação irá crescer, disse o relatório, alertando para o risco de alta inflacionária depois de agosto. O crédito bancário é peça central na política do BC para tentar reanimar a economia, que teve um crescimento anualizado de 7,6% no segundo trimestre, mínima em 3 anos. Desde junho, o BC já cortou a taxa de juros em duas ocasiões, e desde o final de 2011 houve três reduções na taxa de compulsório dos bancos junto ao BC. Analistas ainda preveem outras medidas de relaxamento da política monetária. O BC disse que vai continuar adequando a taxa de juros ao mercado, além de aumentar a flexibilidade do yuan. O relatório alerta também que a falta de confiança dos mercados globais em relação à Europa, somada à carência de fundamentos para uma recuperação sólida nos EUA, pode levar a economia mundial a uma nova recessão. O serviço noticioso Financial News, operado pelo BC, disse que China deve manter atuais restrições destinadas a evitar pressões especulativas sobre o mercado imobiliário, depois que o preço das moradias dobrou entre 2009 e 2011 nas principais cidades do país, tornando os imóveis inacessíveis a muitos cidadãos chineses de classe média. (Fonte: Reuters – 03/08/2012)

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Consultor Internacional

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