Do Cyberattacks on Iran Make Us Vulnerable?

Benefits Are Great, Risks Exist Anyway. Do US cyberattacks on Iran protect us or endanger us? We could better ask if having a downed pilot paraded through streets of Tehran is preferable to cyberattack, or whether it is better to risk the losses that would accompany series of attacks needed to destroy well-defended nuclear facilities. With Stuxnet, there are no television shots of burning buildings, weeping victims or tortured pilots. The politics of cyberattack as an alternative are compelling, although attacks themselves lack the destructiveness of their kinetic brethren. The risks of Iran retaliating are not increased. The regime already blamed Stuxnet on the United States and Israel. In any case, we have been in sporadic covert conflict with Iran for decades, beginning with the hostages and embassy bombings, Iranian attacks in Iraq, and recent plots, using proxies to provide a tissue of deniability, against United States diplomats. Nor do cyberattacks against Iran increase risk of damaging cyberattacks against the United States. It is true that we are defenseless; efforts to make us safer are hamstrung by self-interest, ideology and the gridlock of American politics. But we are no more vulnerable today than we were the day before the news. If someone decides to attack us, they may cite Iran as precedent, but it will only be to justify a decision they had already made. We could ask whether the United States creates more problems for itself when it makes public a new weapon while potential opponents keep it secret. Four other countries can launch sophisticated and damaging cyber attacks, including China and Russia, and plan to use them in warfare. Another 30 nations are acquiring cyber weapons, including Iran and North Korea. There is a very old argument for disarmament that holds that if United States were to renounce some weapons, usually nuclear weapons, world would be a better place. This utopianism has a revered place in American political thinking, but when humans invent weapons they rarely give them up, especially useful weapons whose components are easy to acquire. Cyberattack is now part of warfare, no different from any other weapon. The publicity around Stuxnet may complicate US efforts to get international rules for use of cyberattack, but the White House decided that tampering with Iran’s nuclear program was more important than possible risk to slow-moving negotiations. Whether a covert program should remain covert is an operational and political decision, politics usually wins. Iran was not surprised to learn that United Sates is using cyberattack, nor was any other major power, and if you think this news is a watershed moment you have been sleeping under a tree.

Room for Debate: http://www.nytimes.com/roomfordebate/2012/06/04/do-cyberattacks-on-iran-make-us-vulnerable-12

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3 Responses to Do Cyberattacks on Iran Make Us Vulnerable?

  1. Professor Uziel Nogueira says: Cyber-warfare is an open secret discussed in think thanks of Washington DC for quite some time. The fact that the US-Israel are coming clean on using cyber attacks against Iran is not a big deal. The US strength to launch cyber attacks is at the same time its main weakness. The country is the most computer-intensive economy in the world, vulnerable to cyber attacks and retaliation. Cyber warfare capability is an intellectual challenge for its complexity. It cannot be used as a deterrence. The world is becoming highly integrated and inter independent via information technology. The context for the use of cyber warfare is the opposite of nuclear warfare. In 1945 the US was the only nuclear power, followed by the Soviet Union. The concept MAD prevented further use of nuclear weapons during the cold war. Today, any medium sized country can develop cyber warfare capability and retaliate. Iran has such capability and eventually use it against its enemies. This raises an interesting question: How effective can cyber warfare be if your opponent can retaliate in kind? perhaps a new doctrine as mutually assured cyber destruction is being created.

    http://www.nytimes.com/roomfordebate/2012/06/04/do-cyberattacks-on-iran-make-us-vulnerable-12/benefits-are-great-and-the-risks-exist-anyway

  2. Uma linguagem desenvolvida nos laboratórios da PUC do Rio de Janeiro no início dos anos 1990 e conhecida por seu uso em jogos de videogames e aplicativos de celulares foi a escolhida para a fabricação de uma das mais poderosas armas cibernéticas de todos os tempos. Denominado Flame, este vírus atingiu uma série de computadores ao redor do Oriente Médio com a intenção de espionagem internacional e sabotagem de órgãos governamentais e militares. Empresas de segurança de informática como a Kaspersky Lab, da Rússia, e a Symantec, dos Estados Unidos, admitem nunca terem visto algo semelhante. Até agora, da mesma forma que em outros ataques cibernéticos, ninguém assumiu responsabilidade pelo Flame. Mas os dedos apontam para os EUA e Israel devido aos alvos da operação terem incluído nações como o Irã, Líbano, Síria, Egito. Mais importante, o território iraniano foi o que mais registrou incidências de ataques, de acordo com o Kaspersky – israelenses e americanos buscam interromper o programa nuclear de Teerã. “A complexidade deste código é paralela ao que vimos no Stuxnet e no Duqu, que foram os dois mais complexos vírus que analisamos até hoje. Assim como eles, o código não deve ter sido escrito por um indivíduo, mas por um grupo de pessoas organizadas, bem financiadas e seguindo ordens. Alguns arquivos são idênticos aos descritos em incidente envolvendo o Ministério do Petróleo Iraniano”, afirma relatório da Symantec. Reportagem do New York Times publicada nesta semana usando como base o livro “Confront and Conceal: Obama’s Secret Wars and Surprising Use of American Power”, de David Sanger, afirma que o presidente dos EUA, Barack Obama, teria mantido um programa de guerra cibernética contra o Irã de seu antecessor George W. Bush, em colaboração com Israel. Chamada de “Jogos Olímpicos”, esta operação foi a responsável, segundo o jornalista, pela criação do Stuxnet. Mas não há menções ao Flame. O especialista em tecnologia Bob Sullivan, em artigo no site da NBC, afirma que os fabricantes do Flame podem ser gênios “à frente de seu tempo, usando uma linguagem única de programação, como a Lua (criada na PUC), para fabricar seu monstro cibernético e confundido profissionais de segurança de informática; ou podem ser amadores criadores de videogame que não se importam em deixar rastros”. Um dos enigmas envolvendo o Flame é seu tamanho de 20MB, incomum para um vírus, que costumam ser mais discretos – o Stuxnet tinha 500 KB. Além disso, alguns questionam o uso maior da linguagem Lua em jogos de videogame, incluindo o Angry Birds, que é um dos aplicativos de maior sucesso em celulares. Um dos criadores da linguagem Lua, Roberto Ierusalimschy, professor da PUC do Rio, disse, por sua vez, não ter fabricado surpreso com o uso na fabricação do vírus. “Realmente a Lua é muito usada em videogames. Mas também é utilizada em várias outras áreas. Algumas ferramentas de segurança de redes já usam Lua há algum tempo, como o Nmap (mapeamento de redes), Snort (um detector de invasão de sistemas) e o Wireshrak (ferramenta para monitorar o tráfego em uma rede)”, afirmou em entrevista para mim por email. Ierusalimscy disse que ele e seus colegas ainda não foram procurados por nenhuma agência de segurança para tentar ajudar no esclarecimento dos códigos do vírus. O professor frisa que, pelo que tem lido, “as análises ainda estão em uma fase superficial. Muita informação nova ainda deve aparecer”.

    http://blogs.estadao.com.br/gustavo-chacra/afinal-quem-fabricou-o-flame-mais-poderosa-arma-cibernetica-da-historia/

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