Despite Threat of Cuts, Pentagon Officials Made No Contingency Plans

(…..) The $500 billion in cuts, triggered by the failure on Monday of a congressional panel to reach a deficit deal, are to spread out over a decade. They are to come on top of $450 billion in spending reductions over the next 10 years that the Defense Department and the White House agreed to last summer. Mr. Panetta, a former White House budget director, has described the $450 billion in cuts as painful but acceptable and is now determining where they should come from. In an interview this month, he said he was considering reducing medical and retirement benefits, shrinking the number of troops, reducing new weapons purchases and trimming the nuclear arsenal. But he has publicly opposed the $500 billion in additional cuts, which he described in a statement on Monday as tearing “a seam in the nation’s defense.” In a heated letter to the Senate Armed Services Committee last week, Mr. Panetta declared that over a decade the cuts would lead to “the smallest ground force since 1940, the smallest number of ships since 1915 and the smallest Air Force in its history.” By Mr. Panetta’s calculations, the new cuts would reduce the 2013 budget by 23%, the reason Pentagon officials said they would push Congress to work out a way to avoid “sequestration”, the automatic cuts set in motion by the committee’s failure. (There appeared to be little support for such an agreement on Tuesday in Congress, however.) “We are not planning for the sequester,” said Doug Wilson, a Pentagon spokesman. “The focus is on trying to get Congress to do what it said it would do.” Mr. Panetta’s calculation of a 23% reduction appears to be taking the worst case of the worst case. The defense secretary is using as his starting point $571 billion, the amount the Pentagon had previously planned to submit to Congress for its 2013 base budget, before agreement with the White House to cut $450 billion over a decade. The Pentagon is planning on a 2013 budget of around $525 billion (…..)

Link: http://www.nytimes.com/2011/11/23/us/despite-threat-of-cuts-pentagon-made-no-contingency-plans.html?ref=us

Defence Budget Boucle: https://corredorbioceanico.wordpress.com/2011/11/07/how-to-cut-the-defense-budget-responsibly/

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Brasil: mudar a política externa

Convidado pelo Centro de Pensamento Estratégico da Colômbia, importante fórum de debates entre governo, setor privado e universidade, criado pelo Ministério das Relações Exteriores daquele país, participei, em Bogotá, na semana passada, de encontro promovido pela Cátedra Ásia-Pacífico para discutir as percepções e políticas do Brasil em relação a esse continente. Em minha apresentação, ressaltei a prioridade que o governo brasileiro vem dando à Ásia nos últimos dez anos, no contexto da política Sul-Sul. Chamei também a atenção para as medidas que foram tomadas para ampliar a cooperação com a Asean (Associação dos Países do Leste da Ásia) e para os efeitos da crescente influência, particularmente da China, sobre a economia e a política externa brasileiras. Em uma década, a Ásia tornou-se a principal parceira do Brasil, superando a União Europeia e a América Latina. (Fonte: Rubens Barbosa – O Globo / Estado de S. Paulo – 22/11/2011)

As nossas dinâmicas Relações com China estão trazendo oportunidades e desafios que terão de ser respondidos, não com improvisações, mas a partir de uma visão estratégica de médio e longo prazos. As exportações de produtos agrícolas e de minérios deverão continuar a crescer. E a gradual substituição de produtos industriais brasileiros por produtos importados da China poderá acentuar a queda da participação da indústria no nosso PIB. A tendência da concentração das exportações em poucos produtos primários e a desindustrialização, se no curto prazo não forem enfrentadas com políticas efetivas, poderão reduzir o Brasil à categoria de simples produtor de commodities e nossa indústria, ao mercado doméstico. Os efeitos negativos da reprimarização das exportações e o desaparecimento de setores industriais pela competição com produtos chineses começam a ser sentidos também nos demais países da região. À luz dessas realidades, o Brasil precisa repensar a visão que temos da parceria com nossos vizinhos. A América do Sul está dividida, dificultando a busca de convergências políticas e comerciais. O crescimento do intercâmbio comercial, apesar da paralisia das negociações para aumentar as trocas entre os países sul-americanos, faz com que se acentue a percepção de que a integração regional não é mais necessária. O crescimento da economia brasileira e a presença cada vez mais visível de empresas brasileiras nos países vizinhos despertam sentimentos contraditórios. Alguns deles vêem o Brasil como uma ameaça à sua soberania e sua economia. Essa percepção vem propiciando movimentos centrípetos, a formação de coalizões e medidas restritivas ilegais, que, na realidade, são claros contrapesos à crescente importância regional do Brasil.

Como o Brasil reagirá a essa visão desconfiada de nossos vizinhos? Em termos da integração econômico-comercial, a meu ver, o Brasil deveria aprofundar os acordos comerciais com todos os países da região, oferecendo a abertura completa de nosso mercado, com regras de origem claras e rígidas, e acelerar a execução de projetos de infraestrutura, rodovias, ferrovias e melhoria das facilidades portuárias, que facilitem o acesso de produtos brasileiros ao mercado asiático pelos portos do Pacífico. As dificuldades que os países sul-americanos enfrentarão para exportar produtos não agrícolas ou minerais para os mercados europeu e americano, em virtude da presença da China como produtora industrial global, tenderá a criar nos próximos 15 a 20 anos uma dependência crescente das economias da região em relação ao mercado brasileiro. Por tudo isso, o mundo sinocêntrico deverá obrigar o Brasil a redefinir sua política externa na região, em especial no tocante ao processo de integração regional, com ênfase na integração física, e a reduzir os custos internos (taxa de juro, energia, impostos, infraestrutura) para aumentar a competitividade da economia com vistas a recuperar o dinamismo, o crescimento e a modernização da indústria nacional. O pensamento estratégico deve antecipar os acontecimentos e acelerar sua ocorrência. Chegou a hora de pensar mais no interesse nacional do que em parcerias estratégicas e politicas de generosidade.

Fate of Euro May Hinge on Italian Savers

Even though Europe’s debt crisis has turned Rome into financial ground zero, Italy has been able to lean on at least one solid support: the relatively large amount of government debt held by Italians themselves. Nearly 57% of Italian debt is held by Italian banks, insurance companies and individuals. Those holdings have helped slow the flight of capital from Italy, even as foreign investors have been withdrawing their money from the country to park in safe havens like German, Swiss, American, Japanese government bonds. But financial officials have become jittery about the possibility that Italians may stop buying this debt, and instead become more like Greeks and send their hard-earned savings abroad. If that were to happen, it would greatly raise the odds that Italy, the third-largest economy that uses the euro currency, would be forced to seek a bailout, a move that could risk the future of the entire eurozone. Hoping to stave off that calamity, the country’s banking industry and some prominent businessmen have banded together to sponsor “buy Italian bonds day” next Monday, in which individual Italians who buy government bonds will be able to do so without paying commissions. It is but the latest step taken by Italy’s increasingly skittish financial establishment to induce the nation’s cash-rich savers to continue financing the country’s sky-high debt, which is approaching 130 percent of the gross domestic product. Compared with debt-saddled Greece, Spain and Ireland, Italy is much less reliant on foreign investors to finance its debt. And more so than in any other eurozone country, Italian citizens have been active buyers of government debt, with such bond holdings representing 10% of household assets. The evidence suggests that Italian households are not panicking. According to Luca Mezzomo, chief economist at the banking group Intesa Sanpaolo in Rome, deposits in Italian banks remained stable in September. (The banks, in turn, use much of those savings to invest in government bonds.) But Mr.Mezzomo concedes that the government has come under increasing pressure to do all it can to keep Italians buying bonds, especially now that foreigners are aggressively selling. “I am confident that you will see demand from retail investors”, pointing the high yields on Italian debt. “There is a long tradition of investing in government bonds in Italy.” Italian treasury is doing its bit with a plan to sell its debt online to individuals (…..)

Link: http://www.nytimes.com/2011/11/23/business/global/fate-of-euro-may-hinge-on-italian-savers.html?ref=business

Investing in United States Power in Asia

Last week, the US seized the initiative in Western Pacific diplomacy. A flurry of agreements and summit meetings sharply challenges the People’s Republic of China, whose recent actions in the East and South China Seas have alienated much of the region. The expansion of United States-Australian defense cooperation, embodied in the announced rotation of additional American forces through Darwin, on Australia’s northern coastline, is a keystone of this renewed commitment to the region. United States’ relations with Australia mirror the US-UK special relationship in Europe. There are deeper, more wide-ranging security links between Washington and Canberra than any other Asian security treaty ally. They include an agreement facilitating the sharing of defense technology, intimate intelligence ties and joint engagement in virtually every major war since World War II. The joint decision to increase the American presence builds upon this foundation of shared interests, allowing accelerated responses to regional crises and developments, including both military challenges and natural disasters. At the same time, this expanding relationship will likely raise concerns in Beijing, even as Chinese leaders seemingly fail to see how they have antagonized their neighbors. An expanded American footprint in Australia brings pressure to bear on the China’s energy and raw material lifelines, which flow through the Indian Ocean and South China Sea. It also reassures other nations in the region that they will not be left to face the Chinese colossus alone. What is unclear is how long this renewed effort will be sustained, especially in the face of projected budget cuts. Whatever the president’s intentions, fewer American resources, including reduced military capabilities, will dilute America’s ability to remain focused on Asia. For all the strength of this gesture, how the US counters the inevitable Chinese military, diplomatic, economic responses will be a key determinant in whether this strategy is successful. (Dean Cheng – NYTimes)

Link: http://www.nytimes.com/roomfordebate/2011/11/21/does-the-us-need-troops-in-australia

CEPAL: Es necesario un nuevo tipo de cooperación entre América Latina y Europa para el desarrollo

La Secretaria Ejecutiva de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe, Alicia Bárcena, participó en Bruselas, Bélgica, en la reunión Latin America’s New Dynamic, organizada por esta institución en conjunto con el centro de pensamiento Friends of Europe y el Programa @LIS2. El evento contó con la participación de más de 300 asistentes de alto nivel, como representantes del Parlamento Europeo, Eurochambres y de las distintas misiones de América Latina en la UE. (Fuente: CEPAL – 22/11/2011)

El evento fue inaugurado por Jolita Butkeviciene, Directora para ALC de la Cooperación Europea (EuropeAid – DEVCO), quien planteó que en la actualidad existen nuevos tiempos de cooperación para América Latina y el Caribe y Europa, en los que deben tratarse los temas de exclusión social. Resaltó en particular la necesidad de reducir el precio de la banda ancha en América Latina, así como de generar condiciones para acceder a mayores anchos de banda, mejor calidad en el servicio, desarrollar habilidades para su uso efectivo y nuevas aplicaciones asociadas a la internet de alta velocidad. Butkeviciene destacó que, mediante iniciativas de cooperación como el Programa @LIS2, la región se encuentra en el camino correcto hacia la consecución de estos objetivos. Bárcena participó en el primer panel del evento junto con el Viceministro de Comunicaciones de Brasil, Cezar Alvarez, el Director Ejecutivo para las Américas del Servicio Europeo de Acción Exterior, Christian Leffler, y el Vicepresidente delegación del Parlamento Europeo – Asamblea Parlamentaria Euro-Latinoamericana, Luis M. Capoulas Santos.

Alicia Bárcena mencionó que ALC presenta una sólida institucionalidad democrática, crecimiento económico sostenido, estabilidad macro, disminución de la pobreza y, en diversos casos, disminución de la desigualdad. Asimismo, se refirió a los pasivos de América Latina y el Caribe, entre los que destacó la existencia de una brecha en el área de las tecnologías de la información y de las telecomunicaciones. “El cierre de la brecha digital es un puente para la cohesión social. Es por eso que mediante el Proyecto CEPAL @LIS2 promovemos una mayor conectividad entre los países de la región y con Europa en esta área”, dijo la Secretaria Ejecutiva. CEPAL @LIS2, proyecto cofinanciado por la Comisión Europea, ha tenido importantes logros, entre los que destacan desarrollo de una estrategia para América Latina y el Caribe sobre TIC (eLAC), la implementación de un Diálogo Regional de Banda Ancha y la creación del Observatorio Regional de Banda Ancha (ORBA). Durante la jornada de debate se contó con la presencia de importantes panelistas, como la Viceministra de Ciencia y Tecnología del Ministerio de Educación de El Salvador, el Director de Asuntos Internacionales de la Comisión del Mercado de las Telecomunicaciones de España y el Vicepresidente de la Delegación Parlamentaria germano-sudamericana de la Bundestag. Posteriormente al evento, se llevó a cabo la cena de inauguración de la Asamblea Parlamentaria Euro-Latinoamérica, en la que participó el Copresidente de la Asamblea Parlamentaria Euro-Latinoamericana, Salafranca Sánchez-Neyra, y el Vicepresidente de Colombia, Angelino Garzón.

Alicia Bárcena planteó que en estas horas cruciales vemos con claridad que cada una de nuestras regiones tiene sus propios desafíos y responsabilidades: en un lado del Atlántico el desafío es mantener el bienestar para sus ciudadanos y en la otra orilla la de conquistar y ampliar ese bienestar para todos. La Secretaria Ejecutiva agregó que es necesario acrecentar la cooperación interregional para alcanzar estos objetivos y en particular en la región cerrar las brechas de pobreza, desigualdad, tecnología e innovación. “Por lo tanto, en la CEPAL creemos firmemente que es el momento de plantear una renovada alianza de cooperación para movernos desde una agenda de pobreza a una agenda de desarrollo con igualdad”, concluyó.